José Sebastião
José Sebastião especialista em desenvolver o bem estar entre casais, com uma filosofia e uma acção específica onde trabalha o «Amor com Humor».
Um dia, um convite para integrar uma trupe de palhaços, malabaristas e afins muda a sua vida, mas a experiência na altura é quase nula, a não ser o facto do pai ter sido palhaço autodidacta. Estuda expressão dramática e máscara teatral em Lisboa e participa em várias peças durante alguns anos, mas logo percebeu que mais do que representar uma personagem queria ser ele próprio no palco e na vida… vai aprender algumas técnicas de Clown para Espanha e tira um curso com Alex Navarro (ex-palhaço do Cirque du Soleil) e Caroline Dream. Actua no Coliseu de Lisboa, em espectáculos de rua em Barcelona, na Assembleia da República, na Ala Pediátrica do IPO em Lisboa, na Prisão de Tires, no Circo das Celebridades da TVI, é convidado a participar no Preço Certo Especial Natal 2006 da RTP1 e a integrar a Companhia Internacional de Circo do Coliseu do Porto em 2008. Com o passar do tempo não só se especializa na realização de espectáculos e eventos, mas também na oferta de formação, dando cursos abertos ao público e formação a entidades públicas e privadas.
Currículo musical: começou a tocar baixo aos 14 anos, em 1993, na Escola de Música de Loures/Musifex, tendo iniciado os seus estudos musicais com 9 anos, em 1988, na mesma instituição. Começou por aprender teoria musical e órgão eléctrico, mais tarde optou pelo piano e ainda teve algumas aulas particulares de bateria. Ingressou na Banda dos Bombeiros Voluntários de Loures, em 1996, onde aprendeu contrabaixo. Para além destes instrumentos toca percussão e harmónica como autodidacta.
Em termos profissionais iniciou a sua actividade no ano de 1996, dando alguns espectáculos com uma banda de originais de punk – Cianeto – durante 2 anos, tendo participado em duas compilações e actuado em vários festivais no Ritz Club.
Em 1998, juntamente com os restantes elementos do projecto de originais Carpe Diem, foi vencedor do Festival de Música de Carnide, organizado pela Junta de Freguesia de Carnide e pelo Grupo de Escuteiros de Carnide.
Criou uma banda de originais de nome Arca d’Arte, que actuou no Instituto Superior de Agronomia, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, no Viúva Negra (Santos), entre outros.
Durante dois anos teve uma banda de covers de jazz, bossa-nova e blues chamada Eventualmente Blue, realizando espectáculos na Taverna dos Trovadores (S. Pedro de Sintra), no Auditório do IPJ (Lisboa), no Carpe Diem (Feijó), na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, entre outros.
Em 2003 consegue o 2º Lugar e Prémio de Melhor Interpretação, juntamente com outro projecto de originais Meninos Perdidos na Terra do Nunca, no Festival de Música Domblai, organizado pela Junta de Freguesia dos Prazeres e pelos Escuteiros de Campo de Ourique (fizeram parte do júri Nelson Rosado dos Anjos, Mico da Câmara Pereira e André Correia d’Almeida).
Participou num projecto musical na área do Escutismo, com a gravação de um albúm para a actividade internacional de Caminheiros Roverway 2003, realizada em Portugal no mês de Julho.
Em 2005, juntamente com Bruno Fonseca, gravou um albúm de originais chamado Zavial e que conta com as participações especiais de Maria Mendes (voz), Anne Vitorino d’Almeida (violino) e Arménio de Melo (guitarra portuguesa).
Neste momento trabalha com os A4 Band, tendo actuado no Santiago Alquimista (Costa do Castelo), no Sean, the Fox (Cascais), no The Frog (Expo), na Semana da Juventude do Lumiar (1ª parte dos Filarmónica Gil), no Musicais (Jardim do Tabaco), no Cais de Gaia (1ª parte dos Mesa), no programa “Portugal no Coração” (RTP1), na entrega do Prémio Literário Cidade de Almada no Fórum Municipal Romeu Correia, na Festa do Avante (2006 e 2007) e em vários eventos particulares.






